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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Homem Gandhi por Lenilson Miranda


Este grande espírito, Mohanddas Karamchand Gandhi nasceu 02 de Outubro 1869 em Portbandar

Durante sua infância, de 06 anos até os 16 anos de idade quando ia á escola, ensinavam toda espécia de coisas, exceto religião.
Ele teve um pai cuja formação religiosa era mínima, o perfil da sua mãe era profundamente religiosa rezava antes das refeições,
ia todos os dias ao templo. Quem lhe deu marca religiosa forte foi a criada que lhe ensinou a invocação de Râm.
'' Quando digo 'religião' entendo-a em seu sentido mais amplo".

Um homem, que respeitava todas as religiões, sem deixar a dele, o estudo das outras escritura lhe deu luz sobre as do hinduísmo.
"Gostaria que todos os homens, não só na Índia, mas no mundo todo, que pertencem a diferentes fés, se tornassem melhores no
contato mútuo, e se isso acontecer, o mundo será um lugar muito melhor para se viver do que hoje."

Um homem de Fé na verdade ( Deus). Diante da aprovação da Fé provacada pela doença do filho. A religião, tal qual a concebia,
proibia-lhe o uso de carnes e ovos. O filho, segundo os médicos, necessitava de tal ajuda para sobreviver. Gandhi toma a decisão
de não usar nem carne, nem ovos, eleva o pensamento a Deus, ao tocar a testa de seu filho, ela estava banhada de suor. A febre
caía, ele agradece a Deus.

Movimentou multidões, deflagrou greves de componeses e operários, fez fogueira em praça pública das roupas ocidentais, boicotou
o monopólio do sal, amou a todos, nem tribunal, nem a prisão o assustavam enfrentou com alegria, mobilizou os corações dos indi-
anos na Africa do Sul em defesa de sua dignidade. Tudo isso dizendo não-violência. O fato é que a não-violencia não trabalha com vio-
lência. Trabalha de maneira oposta. "um homem armado está naturalmente apoiado em suas armas. Um homem que está intencional-
mente não-armado está ligado à Força invisível chamada Deus pelos poetas, mas chamada de desconhecida pelos cientistas".
"O auto-sacrifício de um único homem é um milhão de vezes mais poderoso do que o sacrifício de um milhão de homens que morrem
no ato de matar os outros".

Foi, em uma tarde do dia 30 de janeiro 1948, aos 78 anos de vida, um ano após a independência da Índia. O Mahatma Gandhi se dis-
punha a começar a oraçao da tarde com o povo o que era costumeiro. Quando seu corpo físico cai, atingido por três tiros no peito, des-
fechados à queima-roupa por um jovem fanático. Ainda murmurou "He, Rama" ( Oh! Meu Deus!). Morreu como sempre viveu, um homem
simples, sem riquezas, sem bens, sem título ou cargo oficial não era líder de exército nenhe senhor de terras vastas, não foi responsavel
por avanços cientificos, nenhe obras de artes, na hora da despedida do seu corpo, estava presente pessosas de todas as classes sociais,
governadores e celebridades de todo o mundo.

Albert Einstein falou: " As gerações futuras não acreditariam que alguém assim em carne e ossos tinha passado
por este mundo"


Lenilson Miranda é Médium Espírita, trabalhador da casa Espírita Manoel Quintão e trabalhador do INFIL desde Abril de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

No colo de DEUS


Cercada de ti, cercada do teu amor, abraçada pelo sentimento maior e sublime, eu me entrego, senhor. Entrego a minha vida para que me guie por quanto tempo tiver a eternidade. Eu segurarei nas tuas mãos fortemente e não te soltarei. Eu fecho agora meus olhos e confiante na certeza do teu colo amparador e da tua imensa bondade, eu estarei segura e livre do mal e pronta pra recomeçar. Sei que não tenho nada que não possa suportar, porque tenho fé, porque tenho ainda coragem e resignação, porque conheço a tua perfeição e acredito na justiça das leis divinas que regem o universo. Acalma Jesus, meu coração angustiado, minha mente descontrolada que jorra pesadelos, tirai da minha mente o véu que me impede de encontrar o equilíbrio. Sei que tenho tão mais a agradecer do que a pedir, mas sei também que não me faltas, mesmo diante da minha imperfeita condição humana e que me amparas dentro da verdade e do amor.
Assim seja.



Thaíse Moura é graduanda em Rádio e TV pela UFPE, estagiária da Rádio nova Brasil FM, produtora e apresentadora do programa de TV Curta Pernambuco - TVU. È Espírita e trabalhadora do INFIL desde dezembro de 2007.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pedágio do Amor por: Marianna Santiago


Há cerca de cinco meses um belo trabalho vem sendo realizado, pelos amigos do INFIL– Instituto Fraterno Irmãos da Luz , o pedágio.

Trabalho desenvolvido nos semáforos, com intuito de arrecadar recursos para realização de Projetos Sociais, que promovem sempre o bem.

O Grupo INFIL que existe há pouco mais de seis anos, utiliza o pedágio como uma ferramenta para aquisição de sua SEDE, assim, conta com a ajuda de trabalhadores sempre dispostos e com muita paciência a fazer um trabalho de arrecadação de recursos financeiros nos semáforos. Os trabalhadores se distribuem em locais da Cidade do Recife e Olinda, sempre no terceiro sábado do mês, das 09h00min ás 11h00min. Não só com a necessidade de pedir, mas também de doar, haja vista que cada motorista que é abordado leva sempre consigo uma mensagem de amor e um sorriso amável. São distribuídas cerca de mil mensagens por pedágio.



A necessidade do INFIL em desenvolver este trabalho, é de obter a SEDE do grupo INFIL – o terreno e em seguida seu erguimento de tal forma, que todo dinheiro arrecadado nos semáforos é depositado na conta do INFIL, sendo realizada posteriormente uma Demonstração de Saldo aos voluntários do grupo por e-mail, para que a cada pedágio feito os colaboradores dessa labuta se sintam mais confortáveis e inspirados a sempre trabalhar em prol do amor.



Necessitamos realizar este trabalho sempre com muito amor para que em um futuro próximo, possamos concretizar o nosso tão esperado sonho. A persistência é quem nos encoraja, nossa força de vontade nos eleva, estamos trabalhando para o nosso Mestre Jesus.



Na vida, não vale tanto o que temos, nem tanto importa o que somos. Vale o que realizamos com aquilo que possuímos e, acima de tudo, importa o que fazemos de nós. (Chico Xavier)



Nenhuma atividade no bem é insignificante... As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes . (Chico Xavier.)


Marianna Santiago é Católica, graduanda em Administração de Empresas e é trabalhadora do INFIL desde o ano de 2008.

É DANDO QUE SE RECEBE POR: Tábata Lopes


O Dr. Jorge Moll Neto, no pós-doutorado que fez nos EUA, realizou um experimento pioneiro, utilizando a máquina de ressonância magnética funcional, ao passar por esse aparelho, os participantes puderam optar entre receber dinheiro ou doar dinheiro para instituições de caridade. Os principais resultados desse estudo foram os seguintes: que a doação real a instituições de caridade ativa o sistema de recompensa cerebral responsável pelo prazer físico, a mesma região ativada quando comemos chocolate, fazemos sexo ou experimentamos prazer sensorial. Essas regiões são: a área tegmental mesolímbica, o estriato dorsal e o estriato ventral. Esse primeiro resultado, que foi publicado na capa do New York Times, como título It Feelds Good to be Good, prova cientificamente a assertiva de Francisco de Assis de que “É dando que se recebe” e, efetivamente, o cérebro recebe uma recompensa mais intensa quando fazemos uma doação, que implica um sacrifício pessoal, em comparação com a condição em que recebemos dinheiro. E essa recompensa dada pelo cérebro não advém de receber nada, mas sim de doar algo a alguém.
Se utilizarmos a linguagem da Psicologia Experimental, pode-se afirmar que quando queremos obter dinheiro ou reputação social por alguma ação, possuímos uma motivação extrínseca ou externa para realizar a ação. Por exemplo, se eu trabalhar com motivação apenas para ganhar dinheiro, o móvel da minha ação é externo, ou seja, o dinheiro é o que constitui a minha recompensa. No nível psicológico designa-se que um indivíduo atua estimulado por motivação extrínseca. Mas se fizermos algo sem procurar nenhuma recompensa por isso, designa-se que o indivíduo atua influenciado por uma motivação intrínseca, e que o ato de fazer essa ação, só por si, é inteiramente recompensador.
É o mesmo que dizer que somos movidos por uma motivação intrínseca, por um valor ou algum sentimento moral que nos impele a realizar uma ação moral em benefício de alguém. Esse experimento demonstra que essa verdade não é apenas filosófica e espiritual, mas também científica.
As duas principais conclusões desse estudo são: é prazeroso, do ponto de vista físico, fazer o bem; e que regiões mais anteriores do córtex pré-frontal são ativadas quando questões morais estão ativas por causa de nossos pensamentos morais, sentimentos morais, ou valores morais, seja em estado passivo, ou se refletindo em sacrifícios pessoais por meio de uma ação moral concreta (o que nós cristãos chamamos de caridade). Está provado pela ciência que faz bem fazer o bem!
"Quando nos engajamos em um trabalho voluntário, experimentamos uma sensação de prazer e bem-estar, não somente enquanto realizamos tal tarefa, mas na vida como um todo. Se os egoístas não tinham uma boa razão para fazer o bem, agora eles têm!", brinca o neurocientista. Dr. Jorge Moll Neto é neurologista, coordenador da Unidade de Neurociência Cognitiva e Comportamental da Rede D’Or de Hospitais.

Revista Saúde da Alma. Ed. AME-Brasil, agosto/setembro 2010

Tábata Lopes é farmacêutica do Instituto Oncológico de Pernambuco, mestra em nutrição, trabalhadora do GÊNESE - Grupo Espírita do janga e trabalhadora do INFIL desde o ano de 2005.